Templo de Shaolin

O lugar onde você fica sabendo coisa alguma sobre nada

O que podemos fazer?

Hoje, estava lendo a matéria, na Superinteressante, sobre o porque de tudo custar tão caro no Brasil e me senti com vontade de cortar os pulsos, (se tivesse escrito, teria dado um tiro na cabeça) tamanha foi a depressão que isso causou.

A matéria não trás tantas novidades assim, em relação a algumas de outrora (resumindo: Impostos e Lucro-Brasil), mas faz uns paralelos interessantes com outros países. Fatos que eu já conhecia, isoladamente, mas nunca tinha parado para observar em um escopo mais global.

O Gizmodo BR fez um artigo, destacando 5 pontos da matéria, e nos comentários, surgem sempre os mesmo tipos de cometários: “Devemos votar direito”, “A solução é mudar de país”.

Como votar direito? se é sempre a mesma corja que pleiteia as vagas e a turma novata, já pensa nas mamatas (só uma ínfima parte seria confiável)? Mudar de país eu julgo ser uma atitude covarde e não ajuda em nada a fazer com que o país melhore, muito pelo contrário.Aí eu pergunto: o que realmente poderíamos fazer?

 

Aulas de direção

Depois de passar percorrer o calvário com as aulas teóricas, em Outubro e Novembro e ter que esperar até o final de dezembro para completar umas quatro aulas que eu faltei e fazer a prova de legislação, hoje eu, finalmente, fiz minha primeira aula prática de direção! #TODOSCOMEMORA.

Apenas um sentimento define o que senti após o témino da aula: Frustração.

Hoje, eu tive o primeiro contato com o carro. Eu já sabia que não iria sair por aí fazendo burnouts, drifts ou zerinhos, mas não foi isso que me frustrou, e sim saber que o conceito e entendimento que eu tinha sobre o funcionamento um dos componentes básicos ESTAVA ERRADO! Sim minha gente, não sou o às do volante que eu achava que era.

O componente em questão, é a embreagem. Na minha cabeça, ela só servia para fazer a troca das marchas, mas não é exatamente assim que a coisa funciona, enfim, não vou explicar aqui porque eu mesmo ainda não saquei direito.

Depois da aula de hoje, restam mais dezenove aulas (sexta agora é a próxima), irei relatando por aqui caso aconteça algo de interessante (eu subir na calçada, abraçar um poste, cair do viaduto, essas coisas…).

[UPDATE AULA 2]

Hoje fiz a segunda aula, saí para rodar dando voltas por alguns quarteirões ao redor da Auto Escola.

Dessa vez já estava com um controle melhor da embreagem, mas ainda estava com um pouco de dificuldade com o freio (pisava forte demais).

Mesmo eu achando que ainda fui mal, o instrutor disse que eu mandei bem, para alguém que nunca dirigiu um carro.

[UPDATE AULA 3]

Foi uma merda, só isso. Não bati o carro nem nada, mas foi bem estressante.

[UPDATE AULA 4]

Foi uma boa aula. Fiz no final da tarde e encarei um pouquinho de trânsito. Ainda rolaram umas cagadas mas foi melhor que a anterior.

[UPDATE AULA 5]

Fiz essa aula em um carro diferente ( normalmente estava treinando em um Palio, mas dessa vez treinei em um Celta) e com outro instrutor.

Foi um pouco diferente por conta das marchas, que parece que tem o curso do câmbio mais curto que o outro. O que causou alguns erros, como engatar a quarta, ou quinta, no lugar da segunda, ou terceira.

Julgo que foi a melhor aula que fiz.

[UPDATE AULA 6]

Mais um dia de treinamento no Celta. Hoje sem cagadas nas trocas de marcha, mas tive alguns problemas com controle da embreagem por conta das subidas e descidas do percurso de hoje.

Na próxima aula devo treinar na ladeira para (tentar) pegar um controle melhor da embreagem.

[UPDATE AULAS 7 à 20]

Não andei com muito saco para ficar descrevendo todas as aulas (até porque, na maioria das vezes não tinha nada de interessante) tirando os 3 dias que eu fiz aulas com 39º C de febre, por conta de uma gripe fortíssima e do dia que fiz uma aula debaixo de uma chuva torrencial.

Mas fora esses fatos, tudo acabou transcorrendo normalmente e finalmente acabei a bagaça. Agora é só esperar a mina da auto escola marcar a prova e correr para o abraço.

Bem, vim aqui só para fechar o post mesmo, abraços e até a proxima, nesse mesmo bat-horário, nesse mesmo bat-canal.

Promessas 2013

Muita gente faz suas promessas e resoluções para o próximo ano, tão logo a o Show da Virada ™ começe, não acho que esse seja o momento propício para este tipo de coisa. Acompanhem comigo, nesta hora você está cheio(a) cachaça de felicidade e good vibrations, pulando 7 ondas, ou comendo uvas, ou qualquer outra mandinga do Reveillon. Agora pensem comigo, se você está fazendo qualquer coisa dessas é sinal de que não está raciocinando direito, então que estrutura mental teria para fazer promessas?

Pra mim, o período ideal para começar a prometer coisas para o ano corrente, seria por volta da segunda, ou terceira semanda de janeiro, pois aí toda a quizumba do período de festas terá passado, e você provavelemente já estará trabalhando há pelo menos uma semana (isso, oboviamente, se não tiver entrado de férias) e já terá a cabeça no lugar para começar a fazer promessas.

É lógico, que a promessa precisa de um certo esforço, para ser mantida, pois senão não haveria graça, mas também não tem que ser algo mirabolante, ou praticamente impossível de se conseguir realizar. De que adianta eu estipular que em 2013, por exemplo, eu pegarei a Mira Sorvino? Como não estou em um filme, então é melhor retornar para a (triste) realidade.

No ano passado eu estipulei três metas (não vou por o link dessa vez, se quiser ver, volta uns 2 post que tem), que, efetivamente, só cumpri uma, a outra ficou só na tentativa  e a última não dependia tanto de mim, mas fiz minhas tentativas.

Até andei pensando em “voltar” a estudar, dando continuidade a graduação, fazendo um mestrado ou pós, mas não sei se teria espírito para encarar novamente uma sala de aula com gente idiota e/ou cheia de si (já foi insuportável fazer 2 meses de aulas teóricas da auto escola). E não estou afim de começar algo e largá-lo pela metade. Se for assim é melhor nem começar.

Valeria como um bom desafio para 2013, o problema é que ele continuaria em 2014… talvez 2015…

A verdade é que para esse ano eu não tenho objetivos, 2012 se foi e levou todas as minhas perspectivas com ele.

 

 

Retrospectiva 2012

Bem, para começar, se você está lendo isso é sinal de que (para decepção de muitos, inclusive a minha) o mundo não acabou.

É chegado aquele período, onde todo o mundo relembra os fatos que ocorreram durante este ano (nota: lembrar de usar essa mesma frase ano que vem) e percebe-se o quanto o tempo passou, quanta gente que você nem sabia morreu e mais o porrilhão de coisas que você nem lembrava mais.

2012 foi um ano bem agitado, muita correria e dores de cabeças (principalmente no 1º semestre), mas acho que não foi tanto quanto 2011. Pelo menos eu consegui boa parte das coisas que eu quis, outras tiveram de ser deixadas de lados. Houveram supresas agradáveis e outras nem tanto. Eu já tive melhores, mas no geral acabou sendo um ano bom.

Para esse ano, estipulei 3 metas e até o presente momento só consegui cumprir apenas uma delas: ler mais. Talvez isso tenha se dado graças ao kindle, pois até a chegada dele, eu só tinha chegado à metade no 4º livro d’As Crônicas de Nárnia (que havia começado a ler do dia 1º de janeiro). Depois disso finalizei o 4º, e  outros 3, passei por Drácula (de Bram Stoker), os 5 livros da saga Percy Jackson e os Olimpianos e agora comecei a ler Harry Potter. Espero conseguir aumentar esses valores para 2013, pois ainda há uma fila de livros que quero ler, só falta um pouco mais de disposição

E a propósito, falando em livros, quem quiser entrar em mais uma rede social, tem a SKOOB. Lá, dá para montar a sua estande adicionado livros que você tenha, marcar quais está lendo/vai ler, (não) gostou, quer ler. Dá para entrar em grupos também (mas são meio toscos, parece com as comunidades do orkut, em sua maioria só assunto idiota).

Quanto ao fato de me exercitar, isso até foi realidade durante alguns  períodos, principalmente quando eu estava de férias, em outubro, em que eu pedalava todos os dias, por pelo menos 1h. Nas outras tentativas (fracassadas) eu apenas fazia alguns abdominais, umas flexões e pedalava por uns 15min na ergométrica. Enfim, nesse caso, o sedentarismo falou mais alto.

Agora o que me deixou mais decepcionado foi o fato de não ter conseguido encontrar o meu cantinho. Algumas oportunidades surgiram, mas acabei chegando atrasado. Enfim, não há muito o que falar aqui, gostaria de falar que consegui achar um cafofo e montar o Templo de Shaolin de verdade. Quem sabe, em 2013, eu não esteja falando disso na retrospectiva do ano que vem.

Então é isso crianças, uma boa passagem de ano para todos e nos vemos em 2013

 

Então é natal…

…e o que você fez? O ano termina e nascer outra vez.

Sim eu sei que está um pouquinho cedo, mas como todo mundo sabe, chegou dezembro, já é natal na Leader Magazine… vem junto aquela época que é maravilhosa para alguns e hedionda para outros.

Maravilhosa, porque o ano está acabando é chegado o 13º e você finalmente vai se livrar da dívida (ou de parte dela)  contraída no natal passado. Ou então, se você conseguiu se controlar durante o ano, vai pegar o adicional e torrar tudo e fará uma dívida monstruosa que se arrastará até o natal do ano que vêm.

Para os estudantes, é a reta final do período/ano letivo quando começam as provas finais, onde todo o esforço e empenho serão recompensados com a aprovação, ou o fará tomar na bunda, pois no lugar de assitir às aulas, ficou no barzinho em frente a faculdade, ou jogando video game no lugar de estudar.

É nesse período que rolam também as famigeradas confraternizações das empresas, aquela festa cheia de gente que você não gosta, mas é obrigado a conviver. Tem a possibilidade de ver aquela pessoa que você não suporta fazendo vergonha na frente dos outros e virando motivo de piada.

Essa é a época também de reunir  a família (mais piegas, impossível) e encontrar o Tio do Pavê™ com seu estoque infinito de piadas ruins, colocar o assunto em dia com as primas (if you know what i mean), degustar aquelas iguarias, que só ficam decentes nos comercias da TV, enquanto assiste a Missa do Galo, sentado no sofá ao lado dos seus avós. Além, é claro, da coisa mais importante: Celebrar o nascimento daquele que veio para salvar a todos nós Ganhar presentes, oras! O que mais seria?!

Por falar em presentes, deixo aqui um para vocês.

Misantropia

Não sei se o artigo da wikipedia, poderia ser considerado relevante, mas muito do que é descrito ali costuma ser o meu modus operandi, principalmente a citação sobre ser observador. Eu costumo falar que se você passar mais tempo em silêncio, há mais tempo para observar o que acontece à sua volta (que ironia).

Além dos “sintomas” exemplificados no artigo, eu tenho um que é o seguinte, quanto mais eu convivo com uma pessoa, maiores são as chances de que eu passe a odiá-la. Calma eu explico.

Todo mundo tem lá suas manias (eu inclusive tenho várias) e o seu jeito de ser, mas muitas, no geral, acabam por me irritar, o que com o tempo de convivência,  desencadeia a situação do parágrafo anterior. Imagine um familiar, ou um amigo com que você não tenha sempre contato, mas tenha uma mania que lhe incomode, você tente a se adaptar e acaba aceitando. Agora quando passa a ser um convívio diário, aquilo vai crescendo até o momento que a convivência se torna insuportável.

Um caso que me deixa pela hora da morte: Gente que fala alto. Eu sei que muitas vezes, não é culpa da pessoa, pois pode ser que ela tenha um problema auditivo, ou passe muito tempo em um ambiente ruidoso, que acabe fazendo com ela precise elevar o tom e acabe se acostumando a falar assim. Mas há pessoas que falam naturalmente alto e isso me incomoda demais.

É claro que eu não vou chegar ao ponto de agredir a pessoa, seja verbalmente, ou fisicamente, mas aí o resultado disso é que eu começo a silenciar, minhas interações com ela diminuem, até chegar ao ponto de que eu começo a ignorá-la.Eu como o afastamento já é algo natural pra mim,  dependendo da situação as coisas ficam bem mais simples de se resolverem.

Talvez seja por isso que eu goste tanto das redes sociais, por mais irônico que isso possa parecer, o fato de não criar o vínculo da presença tão facilmente, faz com que eu possa lidar melhor com as pessoas. E é aquilo, começou a ficar chato e/ou me incomodar, o descarte é mais fácil

Quem sabe eu precise de alguma ajuda psicológica, mas isso não é algo que me interessa fazer e eu vivo bem assim, ao menos é o que eu acho, ou quero acreditar.

Mar em fúria

Depois de passar um tempo atracado no porto, fazendo reparos, tive que voltar com o navio às águas.

Infelizmente a maré não está ajudando e está causando dificuldades à tripulação, que está com a moral cada vez mais baixa. É preciso encontrar uma corrente que leve o barco para águas bem menos tempestuosas, pois está complicado e periga dele naufragar.

E como última frase: “Entendedores, entenderão”

 

Estagnação e Evolução

Não importa com o que você trabalhe (ou o que faça da vida), para chegar em algum lugar é preciso evoluir, é preciso continuar estudando, sempre.

Sempre há uma maneira de otimizar o modo como suas tarefas são feitas, e se você já chegou ao limite (ou ao menos acha), busque uma novo modo de fazê-la, mas e para isso é preciso ter conhecimento, é preciso estudar. Não falo de estudar, no âmbito acadêmico, fazendo uma, ou duas, ou três faculdades, ou qualquer ou nível que seja abalizado pelo MEC, mas sim, aprender algo de conhecimento específico.

Se você não tem muito o que fazer da vida, vá ler um livro, pois você pode acabar encontrando um assunto que lhe interesse e o force a buscar conhecimento (já dizia ET Bilú).

Pense em um mecânico que aprendeu a mexer em carros, quando estes tinham em sua grande maioria possuíam motores carburados e passou a vida toda nessa e não se atualizou. Agora imagine esse mesmo cidadão trabalhando (ou ao menos tentando) no dias de hoje, onde todos os veículos saem de fábrica com injeção eletrônica e sensores espalhados por todo canto. Conseguiu enxergar algum futuro para esse cidadão? Eu não.

É claro que há profissões em que é complicado você se atualizar, é preciso se reinventar, pois cedo ou tarde elas serão extintas, ou terão sua oferta de vagas será reduzidíssima. Veja, por exemplo um(a) cobrador(a) de ônibus, de nada adiantar a pessoa ser ninja em dar troco, se daqui um tempo o pagamento das passagens será feito todas na base do cartão eletrônico? Ele(a) vai precisar se reinventar.

O negócio é estudar, por mais que você pense que não te levará a lugar algum.

Fim de festa

Como tudo que é bom, uma hora acaba e o mesmo está para acontecer com as minhas férias. Na próxima quarta eu retorno para minhas atividades laboriais.

Nesse último mês de vadiagem, consegui fazer resolver um bocado de problemas que normalmente não conseguiria. Pude ir à dentista sem correria, fazer exames no horário que queria, pedalei no horário e tempo que dava na telha… enfim, foi um bom mês.

Acho que as únicas coisas que eu vou sentir falta, é da total ausência de obrigação de levantar de manhã (prefiro muito mais dormir às 4h da manhã e levantar 12h, do que capotar por volta de 0h e estar de pé às 8h) e de não ouvir o toque do telefone do trabalho.

Vai ser ruim entrar no ritmo, mas essa parada, depois de um período tão atribulado, foi providencial. Tomara para que as coisas sejam menos “desesperadoras”, do que o mesmo período do ano passado, mas se for, estou com o espírito preparado para encarar.

O que eu quero da vida?

Sinceramente, no atual momento não sei responder.

Como já comentei aqui antes, não costumo planejar as coisas, e acho que com isso acaba me gerando a falta de objetivos.

Na verdade, não é que eu não tenha, mas meus anseios acabam sendo mais imediatistas, para preencher as necessidades atuais.

Acho que meu objetivo de vida é apenas viver, sem grandes feitos, sem grandes estripulias.

Talvez seja o ambiente estagnário à minha volta que cause isso, quem sabe eu não precise de um desafio, algo que faça o navio sair do porto e navegar em  mares desconhecidos.